Relato de viagem: Caverna do diabo e Cachoeira do Araçá

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O nome “Caverna do diabo” nos assusta logo de cara: Por que diabo? É um lugar tenebroso? Acontecia alguma coisa por lá? Inclusive já ouvi gente dizendo: se fosse “caverna de Deus” eu iria.

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O nome “Caverna do diabo” nos assusta logo de cara: Por que diabo? É um lugar tenebroso? Acontecia alguma coisa por lá? Inclusive já ouvi gente dizendo: se fosse “caverna de Deus” eu iria.

                A verdade é que a história de seu nome é bem menos interessante do que as várias histórias que podemos imaginar. Os quilombolas da região levavam suas colheitas até a entrada da caverna, para guardá-las e preservá-las, já que é um local bem fresco, porém, várias vezes, ao voltar, estava tudo remexido pelos animais da floresta. As águas que passam por dentro da caverna produzem barulhos muito diferentes, muitas vezes parecidos com vozes humanas, como um burburinho, assim, os moradores da região atribuíram o “vandalismo” com suas colheitas não aos animais, mas ao “diabo”, que moraria dentro da caverna.

Por conta desta lenda, a caverna ainda possui este nome, além de um “oficial”: Gruta da Tapagem. Mas estórias à parte, esta caverna é, nada mais, nada menos, que a maior do estado de São Paulo.

O Brasil possui mais de 7000 cavernas catalogadas e que podem ser visitadas, sendo cerca de 700 delas no estado de São Paulo.

A famosa Caverna do diabo fica na cidade de Eldorado, bem perto da divisa com o Paraná, e é cuidada pelo PETAR (Parque Estadual Turístico do Alto do Ribeira), que comporta mais de 350 cavernas, além de cachoeiras, trilhas, comunidades tradicionais e quilombolas, sítios arqueológicos e paleontológicos.

Como se forma uma caverna?

Uma caverna se forma quando água ácida penetra no solo, entra em contato com rochas calcárias e as dissolve, formando “ocos” no relevo. Quando as visitamos, percebemos que o teto e o chão parecem querer se tocar, formando, em alguns pontos, colunas: são as estalactites, formações do teto que descem pelos sedimentos e umidade, e as estalagmites, formações do chão desenvolvidas pelos pingos de água e sedimentos que caem das estalactites.

Caverna do diabo

A caverna do diabo tem cerca de 8000km de extensão, sendo apenas 10% (800m) abertos à visitação da população em geral, mas absolutamente acessível, com corrimãos, escadas e iluminação.

Para quem decide ir ao lugar e ver e ouvir com os sentidos da alma, é uma experiência de imersão e reintegração com uma energia arquetípica. Mas, mesmo quem está ligado mais nos sentidos objetivos consegue perceber a mudança energética que ocorre ali.

A grandeza e, ao mesmo tempo, sutileza, nos encanta a cada passo, a cada virada de cabeça que nos apresenta um ângulo de tirar o fôlego. Eu e o grupo com o qual estava não parávamos de tirar fotos – é uma ânsia de garantir que o que se está sentindo e vivendo ali permanecerá conosco em forma de imagens congeladas.

São caminhos e salões que se formaram há milhares de anos, e nos recebe gentilmente, permitindo que contemplemos toda a força e beleza da natureza.

Conheça de perto!

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Cachoeira do Araçá

Saindo da Caverna, há um ponto de bifurcação onde podemos escolher ir para o início do complexo, onde tem o restaurante e estacionamento ou seguir uma pequena trilha até a Cachoeira do Araçá. O percurso é de 15 minutos caminhando lentamente, curtindo o ar puro e observando as diversas formas das folhas.

A Cachoeira cai formando diversos poços, sendo possível entrar em suas águas geladas refrescantes.

Eu, particularmente, não entro sempre em cachoeiras, por causa da temperatura, mas sempre molho pelo menos meus pés, para sentir que me conectei (risos).

A região onde fica o PETAR é a de maior preservação da Mata Atlântica e eles fazem um excelente – e hercúleo – trabalho cuidando deste espaço tão especial e importante.

Tour dias 08/06 (Sábado) e 28/09 (Sábado)

Um tour de um dia conhecendo a Caverna do diabo e a Cachoeira do Araçá!

Incluso: Transporte Executivo, 

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Ingresso Caverna do Diabo,

Visita Cachoeira do Araçá,

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6 fatos que você precisa saber sobre Paranapiacaba

Escrito por:Carla Cocenza/ 15 0
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Quantos lugares ainda se mantêm fiéis aos seus primeiros projetos? A Vila de Paranapiacaba, em Santo André, a 44km da cidade de São Paulo, tem algumas rugas e estado de conservação típicos da idade avançada, mas mantém-se como foi projetada, hoje por lei, após ser tombada como Patrimônio Histórico, por sua arquitetura, fascinante história de vida e pelo ímpeto ao qual foi criada: o Progresso.

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Quantos lugares ainda se mantêm fiéis aos seus primeiros projetos? A Vila de Paranapiacaba, em Santo André, a 44km da cidade de São Paulo, tem algumas rugas e estado de conservação típicos da idade avançada, mas mantém-se como foi projetada, hoje por lei, após ser tombada como Patrimônio Histórico, por sua arquitetura, fascinante história de vida e pelo ímpeto ao qual foi criada: o Progresso.

1- O ponto de partida: Uma ferrovia

Entre a arquitetura desenvolvida pelos ingleses na segunda metade do século XIX e a neblina que vem e vai, o mistério se estabelece ora sombrio, ora radiante, quando o sol surge a pino. Incrustrada na serra do mar, tem sua população formada em parte por filhos e netos de ferroviários ingleses que trabalhavam na São Paulo Railway Company, e em parte por descendentes de portugueses e árabes, moradores da parte alta da cidade, destinada ao comércio e serviços. Os ingleses se estabeleceram na região para a construção do que seria uma das obras mais desafiadoras da ambição humana:  a Ferrovia Santos-Jundiaí, que enfrenta um declive de quase 800m ladeira abaixo, na Serra do Mar, e que foi essencial para o escoamento de café, no auge de sua produção no século XIX e início do XX, servindo às muitas encomendas da  Europa, trabalhando dia e noite para a exportação.

2- 1º Campo de Futebol do Brasil

O primeiro estádio de futebol do Brasil, quem diria está na vila, colonizada pelos criadores do esporte, os ingleses. A primeira partida data de 1894, o mesmo ano em que o Brasil recebe o futebol em suas terras, trazido por Charles Miller. A partir de 1903, o Serrano Athletic Club, time formado por funcionários da São Paulo Railway Company, participou de diversos jogos com times que vieram a ser tradicionais paulistas até sua dissolução com a massificação das rodovias na metade do século XX.

3- Um Castelo para chamar de seu.

A vista da residência do engenheiro chefe David Mackinson Fox, que projetou a estrada de ferro e a vila, era de dar inveja, um lindo solar no topo de uma montanha bem no centro da vila, não à toa, era preciso observar toda a atividade dos funcionários da São Paulo Railway, na verdade por estar muito alto, essa condição de ser observado tinha efeito mais psicológico nos funcionários  do que prático. Hoje no casarão, funciona o Museu do Castelo, mas conhecido como Castelinho.

4 – Clima de interior

Em dias que a vila não recebe o tradicional Festival de Inverno, ou outros eventos de grande porte,  fica com um clima de interior em suas ruas estreitas e tranquilas que faz com que a gente esqueça que estamos na grande São Paulo, longe de edifícios e trânsito, fica muito mais fácil conectar com outra energia e sentir o ar da Serra do Mar que envolve a vila por quase todos os lados.

E o que dizer do Cambuci (a frutinha mágica da serra), cultuada no sorvete, suco, cachaça e licor, possui um festival anual na cidade que atrai muita gente da região entre apreciadores, comerciantes e produtores. Convenhamos que só tem clima de interior quando tem festival de alguma fruta na cidade!  Em caminhadas despretensiosas pela vida, seja na parte alta de ocupação portuguesa ou na parte baixa,  tradicional inglesa, logo verá uma garrafa com a palavra “Cambuci” em uma janela de algum estabelecimento, sugiro um intervalo para aproveitar.

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5- Nascentes

O Parque das Nascentes de Paranapiacaba, que possui as nascentes do Rio Grande, formador da Represa Billings, possui diversas trilhas na mata atlântica e por elas terem um nível de dificuldade de percurso razoável, combinam perfeitamente com um dia de passeio pelos casarões da vila.

6- Cachoeiras a perder de vista

E se necessidade de mergulhar na natureza for tamanha que o que precisa mesmo é de uma bela trilha para encontrar uma cachoeira, dentre as mais belas e legalizadas (sim, existem trilhas de acesso proibido, cuidado ao contratar guias ou empresas de turismo), citamos o Poço Formoso 9km de percurso com 4hs de duração ida e volta, é um paraíso repleto de poços para banho em meio às pedras seguindo o curso do rio Mogi,  a Cachoeira Escondida com 10km e 5hs de duração ida e volta, possui em seu caminho diversos poços para banho no caminho, incluindo o Lago de Cristal. Uma das mais belas e desafiadoras trilhas da região, para compensar o exercício da semana, a trilha da Raiz da Serra com 15km de extensão e duração média de 9hs de caminhada, faz o percurso de descida até o pé da Serra do Mar em Cubatão passando por diversas cachoeiras e mirantes.

Preparando para sair de casa

Animou? Aí vão algumas dicas para ajudar seu passeio ficar melhor:

Vista roupas leves e calçado confortável para caminhada, como tênis ou outro calçado fechado.

Dependendo da época do ano, o sol fica fortíssimo, então leve protetor solar e repelente para aquelas visitas indesejadas, mesmo em dias quentes, a neblina durante as tardes diminuem a temperatura, então um agasalho, é sempre bem vindo, costuma ser mais frio que a cidade por estar em meio a um cinturão verde da mata atlântica, clima úmido, ar puro. Em época de chuva, a incidência de tempestade é também maior que na cidade. 

Na cidade existem vários restaurantes e comércios, porém não há caixa eletrônico , lembre sempre de levar dinheiro em espécie porque nem todo estabelecimento aceita cartão.

Tour dia 06/04 (Sábado)

Um tour de um dia conhecendo a vila e a tilha da Pontinha.

Incluso: Transporte Executivo, 

Seguro Viagem,

Guia de Turismo Arterra,

Guia de Turismo Local,

Almoço,

City Tour em Paranapiacaba,

Trilha da Pontinha,

Caixa do Gustavo

​Fotografia durante o passeio.

R$150 por pessoa

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Campos do Jordão, lavandário e mirante.

Escrito por:Carla Cocenza/ 38 0
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Eu sempre ouvi falar de Campos do Jordão quando eu era pequena, mas não fazia ideia de quão famosa ela realmente era.

Viajando pelo Brasil, quando dizia que sou de São Paulo, grande parte das pessoas dizia: “Que legal, já ouvi falar de Campos do Jordão, ou “Já fui pra São Paulo, em Campos do Jordão” e: “Nossa, quero muito conhecer Campos do Jordão”.

Minha curiosidade era bem do tipo: “Quero conhecer, todo mundo fala que é linda e que no frio é bacana”.

Finalmente chegou minha primeira oportunidade de conhecer a famosa cidade, em um tour organizado pela Arterra Turismo + Arte.

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Eu sempre ouvi falar de Campos do Jordão quando eu era pequena, mas não fazia ideia de quão famosa ela realmente era.

Viajando pelo Brasil, quando dizia que sou de São Paulo, grande parte das pessoas dizia: “Que legal, já ouvi falar de Campos do Jordão, ou “Já fui pra São Paulo, em Campos do Jordão” e: “Nossa, quero muito conhecer Campos do Jordão”.

Minha curiosidade era bem do tipo: “Quero conhecer, todo mundo fala que é linda e que no frio é bacana”.

Finalmente chegou minha primeira oportunidade de conhecer a famosa cidade, em um tour organizado pela Arterra Turismo + Arte.

Foi em meados de julho de 2016, bem na época em que a cidade sedia o Festival Internacional de Inverno, o maior festival de música clássica do Brasil, e reúne muuuiitas pessoas.

O caminho é um pouco longo, pois trata-se da cidade mais alta do país. Teve sua origem como fazenda, posterior vila e logo após, município, recebendo pessoas com problemas respiratórios, por sua excelente qualidade do ar.

Arquitetura

Eu gosto muito de lugares que tem uma arquitetura com “personalidade”, sabe, parece que elas estão falando com a gente de alguma maneira.

A cidade fascina com sua arquitetura inspirada em países de clima frio, em especial o estilo enxaimel. Alguns moradores escolheram este estilo e acabaram inspirando outros. A prefeitura, por sua vez, viu uma oportunidade de atrativo a turistas e hoje incentiva novas construções em estilos europeus.

Morro do Elefante

Com 1800m de altura, é onde fica o famoso teleférico da cidade, uma visita obrigatória! Eu confesso que ainda não tive a coragem, mesmo vendo crianças se divertindo horrores, mas planejo encarar meu medo de altura em breve.

Ducha de Prata

A Ducha de Prata é um lugar muito agradável!

São algumas quedas d’água criadas artificialmente, com um charme muito bacana. Gostei muito de ficar sentada olhando o curso das águas, observando as pessoas se divertirem no arvorismo e tirolesa (juro que da próxima vez vou nesta tirolesa!). Aproveitei para fazer umas comprinhas de roupa de Inverno nas lojinhas que tem por ali.

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Pico do Itapeva

A primeira vez que o visitei, ainda não havia o lavandário. Era apenas o mirante, de tirar o fôlego. Nesta primeira vez o dia estava nublado e fomos presenteados com uma vista de cima das nuvens, absurdamente encantador. Em outra visita, pude ver as cidades em volta. Agora, o local está revitalizado e conta com um lavandário que deixa tudo perfumado, além de um café em forma de Castelo que é um charme só.

Fábricas de tecido e chocolate

Campos do Jordão tem muitas fábricas de tecido e chocolate. É possível adquirir peças de primeira linha a preços super acessíveis e degustar chocolates, cafés e queijos deliciosos em diversas lojas espalhadas pela cidade.

É muita coisa!

São tantos lugares para conhecer que um post só não dá conta!

A cidade tem diversos locais incríveis: Cervejaria Baden-Baden, Museu Felícia Leirner, Parque Amantikir, Escola EMB (Inspirada no universo de Harry Potter), Boulevard Genève, Spa’s, hotéis…

Sempre tem algo novo a descobrir e nos surpreender! Vale cada visita!

Tour dias 01/06 e 06/07

Um tour de um dia conhecendo a belíssima Campos do Jordão, seu lavandário e mirante.

Incluso: Transporte Executivo, 

Guia de Turismo Arterra,

Seguro Viagem,

Guia de turismo Local,

Passeio Ducha de Prata,

Ingresso Lavandário Itapeva,

Tour Fábrica de Chocolate e Malharia,

​​​​​​​Fotografia durante o passeio.

R$130 por  pessoa

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Relato de viagem: Yoga no Solo Sagrado

Escrito por:Carla Cocenza/ 194 0
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Minha relação com a yoga começou há alguns anos, quando me chamou a atenção um livro em um sebo sobre o assunto. Já tinha visto as várias “poses” em TV e revistas, mas não sabia mais que isso. O livro era bem simples, com posições para objetivos práticos “emagrecer”, “melhorar a coluna”, mas continha alguns textos que tocaram meu coração: textos que falavam sobre a paz interior, o real objetivo de todos nós.

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Minha relação com a yoga começou há alguns anos, quando me chamou a atenção um livro em um sebo sobre o assunto. Já tinha visto as várias “poses” em TV e revistas, mas não sabia mais que isso. O livro era bem simples, com posições para objetivos práticos “emagrecer”, “melhorar a coluna”, mas continha alguns textos que tocaram meu coração: textos que falavam sobre a paz interior, o real objetivo de todos nós.

Me sentia muito bem com as sequências, mas não levei muito adiante, na época eu estudava e trabalhava e acabei não me aprofundando no assunto. Nos encontramos novamente, eu e a yoga, numa oportunidade incrível: um curso gratuito que a Profa. Sílvia Meirelles ministrava. Embora com medo de fazer papel de boba (errar todos os movimentos com pessoas me olhando), eu sabia que precisava começar, de uma vez por todas, uma rotina de exercícios físicos – e a academia já tinha se mostrado não ser minha praia.

Fique muito feliz ao descobrir que a Yoga não é uma competição (risos): cada um faz no seu limite. Se o objetivo é elevar a perna a 90º e você consegue levantar em 20º, está tudo certo. Você aprende a valorizar quem você é no momento presente, a se respeitar e neste ritmo, consegue observar seu desenvolvimento: a cada dia a perna sobe mais, as dores antigas vão embora e sua respiração parece que te abraça.

                A Yoga é muito mais do que a sequência de ásanas (posturas), como eu vim a descobrir, de fato. Há muitas estórias e lendas envolvendo sua origem, mas a ideia geral é que os homens sentiam uma conexão divina na meditação, mas não conseguiam ficar por muito tempo em uma só posição, então foram inspirados – ou desenvolveram – uma série de posturas que dariam equilíbrio ao corpo e permitiria que pudessem ficar o máximo de tempo em suas conexões espirituais.

                A yoga é uma filosofia. Ela engloba a meditação, as ásanas, mudras, respiração e um estilo de vida de paz consigo, com o próximo e com o mundo. A prática de suas sequências traz benefícios comprovados cientificamente.

Hoje eu a considero uma companheira, embora não pratique todos os dias, ela me ajuda quando estou em algum pico de stress ou crise de ansiedade – faço um exercício de respiração, um mudra (posição específica das mãos que leva a um outro estado de espírito) ou uma sequência e me sinto mais forte.

Foto: Carla Cocenza

O objetivo da Arterra Turismo + Arte é exatamente mostrar às pessoas que é possível ter uma vida mais equilibrada: passeios de um dia para fugir do caos da semana, lugares próximos e com valores acessíveis para melhorar nossa qualidade de vida.

Queríamos muito unir a Yoga a um de nossos tours, tanto para pessoas que já praticassem como para novos, e a descoberta do “Solo Sagrado de Guarapiranga” nos permitiu unir a natureza, um local com uma energia especial e a prática da Yoga.

Conheça de perto!

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O Solo Sagrado de Guarapiranga

Antes de visitá-lo, as informações na internet falavam sobre ser um local criado pela Igreja Messiânica, que eu nunca havia ouvido falar. De origem japonesa, segundo seu site “tem como principal objetivo a criação do Paraíso Terrestre – um mundo isento de doença, miséria e conflito – criando e difundindo uma civilização religiosa que se desenvolva lado a lado com o progresso material.” Ou seja, um ideal de equilíbrio.

Há cinco “Solos Sagrados” construídos, 3 no Japão, 1 na Tailândia e 1 no Brasil. São locais projetados harmonicamente, seguindo os preceitos da religião “da Verdade, do Bem e do Belo”.

O Solo de São Paulo fica às margens da represa de Guarapiranga, na zona sul da capital. Logo que chegamos ali, podemos perceber uma energia diferente. Como vamos em grupo, reservamos previamente uma visita guiada. Todos os guias dali são membros voluntários da igreja, sempre muito solícitos e simpáticos.

Aos poucos vamos sendo apresentados à sua filosofia e práticas, enquanto ficamos boquiabertos com a beleza e grandeza do lugar.

Foto: Carla Cocenza

A principal prática religiosa deles é chamada de “Johrei”, uma técnica de imposição de mãos para trazer paz à pessoa – prática análoga ao reiki, passe espírita ou bênção cristã. Somos convidados a receber esta “luz”, ficando livres para aceitar ou não. Eu, que sou curiosa sobre as diversas formas de se viver a espiritualidade, aceitei e gostei muito, senti muita paz e harmonia.

Seguimos nosso passeio conhecendo o lago de carpas, o centro cultural, a livraria e as plantações orgânicas. Eles possuem um restaurante vegetariano e uma lanchonete que possui opção vegetarianas e não-vegetarianas.

A prática de Yoga ali complementa ainda mais a sensação de gratidão e unidade com nosso ser e a natureza. Sinto uma restauração de energia surpreendente.

Se você está se sentindo curioso ou precisando de um momento de contemplação e reequilíbrio, junte-se à nós para viver esta experiência.

Tour dia 26/05 (Domingo)

Um tour de um dia conhecendo a filosofia messiânica e realizando uma prática de yoga.

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Visita guiada ao Solo Sagrado,

Aula de Yoga,

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R$85,00 por pessoa

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Visite Barra Bonita e navegue pelo rio Tietê

Escrito por:Carla Cocenza/ 251 0
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Seguindo o caminho do rio, encontramos uma cidade com um nome curioso: “Barra Bonita”. Chamada assim exatamente por formar uma “barra bonita” às margens do Tietê. A região foi bastante explorada pelos bandeirantes que seguiam pelo rio, mas o povoado iniciou mesmo quando começaram a desmatar a terra para o cultivo de café e criação de gado, trazendo muitos imigrantes italianos.
Hoje a cidade é uma Estância Turística que vive do turismo pelo rio.

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O Rio Tietê

Já falamos no post “Salesópolis: a nascente do rio Tietê“, um pouco sobre a importância deste rio para o estado de São Paulo e o Brasil: com 1100km de extensão, mais conhecido por ser muito poluído na cidade de São Paulo, tem suas águas preservadas e limpas em seu trajeto antes e depois da capital.

Barra Bonita

Seguindo o caminho do rio, encontramos uma cidade com um nome curioso: “Barra Bonita”. Chamada assim exatamente por formar uma “barra bonita” às margens do Tietê. A região foi bastante explorada pelos bandeirantes que seguiam pelo rio, mas o povoado iniciou mesmo quando começaram a desmatar a terra para o cultivo de café e criação de gado, trazendo muitos imigrantes italianos.

Hoje a cidade é uma Estância Turística que vive do turismo pelo rio.

Selecionamos três atividades para um roteiro de um dia:

Praça do Artesanato

Nossa primeira parada é na Praça do Artesanato, um local rico em artesanato regional, como cerâmicas, objetos em madeira e tecelagem. É possível encontrar souveniers, peças de decoração e alguns artigos importados.

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Memorial do Rio Tietê

Este é um espaço multicultural com um incrível acervo bibliográfico, imagens com informações sobre o meio ambiente, fauna, flora, recursos hídricos e bacias hidrográficas, esculturas, maquetes e equipamentos sobre o Rio Tietê.

Navegação pelo Rio Tietê

O passeio obrigatório da cidade! Escolhemos um passeio com duração de 3 horas, já com almoço incluso, servido no barco, para não precisarmos nos preocupar com nada além de contemplar as belezas. E quanta beleza tem por ali! Ao longo de todo o passeio, os comandantes nos dão informações históricas e curiosidades, podemos ver a pousada de D. Pedro II, as várias aves da região e o momento alto: em Barra Bonita tem uma eclusa, o barco é elevado para poder passar pela barragem.

Tour dia 25/05

Um tour de um dia navegando pelo rio Tietê e conhecendo a charmosa Barra Bonita.

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Passeio de barco,

Almoço no barco,

Passeio pela Praça do Artesanato,

Visita ao Memorial do Rio Tietê,

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Visite Cunha (SP), Lavandário e Cerâmicas.

Escrito por:Carla Cocenza/ 259 0
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Cunha é uma das maiores cidades de São Paulo, mas sua área urbanizada é tão pequena que passa despercebida por alguns.
Considerada uma Estância climática, tem uma localização privilegiada, entre as Serras da Bocaina e do Mar e fica na divisa entre os estados de São Paulo e Rio de Janeiro.
Há registros de sua história por volta do ano 1000, quando índios Tupis da Amazônia chegaram na região, expulsando a tribo nativa dos Tapuias.

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Cunha

Cunha é uma das maiores cidades de São Paulo, mas sua área urbanizada é tão pequena que passa despercebida por alguns.

Considerada uma Estância climática, tem uma localização privilegiada, entre as Serras da Bocaina e do Mar e fica na divisa entre os estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

Há registros de sua história por volta do ano 1000, quando índios Tupis da Amazônia chegaram na região, expulsando a tribo nativa dos Tapuias. No século XVII, quando a tribo ali era a dos Tamoios, chegaram os europeus e fizeram do local um ponto de verificação para o escoamento do ouro vindo de Minas Gerais com destino ao porto de Paraty, e mais tarde, do escoamento do café.

Hoje a Estância é um bom destino romântico, para famílias e também aventureiros, mas vem sendo conhecida por duas grandes atrações principais: O Lavandário e suas fábricas de Cerâmica.

Para o nosso passeio, entre tantas opções, escolhemos três lugares que achamos ser uma bela degustação do que Cunha tem a oferecer.

Cerâmica

A atividade cerâmica já era praticada pelos índios tamoios que habitavam a região e continuada por paneleiras, mas em 1975, com a chegada de um grupo de artistas, que trouxe o forno noborigama do Japão, a cidade começou a receber artesãos de toda a parte e hoje é conhecida internacionalmente por suas fábricas.

Ateliê de Cerâmica Suenaga e Jardineiro

Este Atelier é um charme só: mantém as cerâmicas em exposição no próprio ambiente de trabalho, ao pé do forno, nos permitindo observar os detalhes da criação e toda técnica e amor envolvidos.

Além disso, nosso passeio é guiado por um funcionário que conta a história do local e suas curiosidades.

Foto: Guilherme Soares

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Fazenda Aracatu

Localizada na estrada Cunha – Paraty, além de sua beleza, é o local ideal para a compra de pães, vinhos, roupas e sorvetes artesanais de ervas!

Foto: Guilherme Soares

Lavandário

A lavanda é conhecida há muito tempo por suas diversas propriedades, já utilizada pelos romanos para ações de limpeza e alívio do stress. Hoje é utilizada desde cosméticos, tintura de roupa e até na gastronomia. Um dos destaques é o sorvete de lavanda. Imperdível!

O Lavandário com certeza um cenário dos sonhos! Andar pelos campos de lavanda, sentindo o aroma delicioso no ar e tendo uma vista panorâmica das montanhas é uma das coisas mais relaxantes que se pode experimentar!

Foto: Guilherme Soares

Tour dias 04/05, 07/07 e 29/09

Um tour de um dia com passeio ao Lavandário, Atelier de Cerâmica e Fazenda Aracatu.

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Visite Paraty (RJ) e descubra seus encantos!

Escrito por:Carla Cocenza/ 33 0
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Paraty (RJ) é o destino dos sonhos de muita gente e destino certo anual de muitos outros. Para cada pessoa a cidade remete uma coisa e encanta de um jeito diferente. Não consigo nem pensar na presunção de tentar dizer como você será tocado por este local, vou apenas apresentar alguns locais. O certo é que, seja em um passeio de um dia (“bate-volta”), final de semana ou, com sorte, mais dias, saímos de lá já decidindo a data para voltar.

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Paraty (RJ) é o destino dos sonhos de muita gente e destino certo anual de muitos outros. Para cada pessoa a cidade remete uma coisa e encanta de um jeito diferente. Não consigo nem pensar na presunção de tentar dizer como você será tocado por este local, vou apenas apresentar alguns locais. O certo é que, seja em um passeio de um dia (“bate-volta”), final de semana ou, com sorte, mais dias, saímos de lá já decidindo a data para voltar.

Como ter uma experiência intensa em dois dias? Como sair dali sentindo que aproveitamos bem cada minuto? Pensando nisso, nós da Arterra Turismo + Arte, desenvolvemos um roteiro que reúne história, diversão, novas experiências, liberdade e conforto, além dos “de sempre”: segurança e organização. 😉

Um pouco de História

Considerada Patrimônio Histórico Nacional, preserva até hoje os seus inúmeros encantos naturais e arquitetônicos. Fundada em 1667, teve grande importância econômica devido à grande produção de cana-de-açúcar, foi também um importante porto de onde escoava o ouro de Minas Gerais que ia para Portugal.

Passeio de Escuna

Passeios de Escuna nos permitem conhecer praias escondidas e belas ilhas. Nosso passeio terá duração de 5 horas e passará por 4 belos locais.

Ilha Comprida

Aqui é o lugar ideal para ver muiiitos peixes de perto, com ou sem o snorkel.

Conheça de perto!

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 Praia da Lula

Com águas calmas e muitas árvores, é o local perfeito para relaxar.

Lagoa Azul

Cercada por rochas e mata verde, é uma grande piscina natural, repleta de vida marinha.

Praia Vermelha

Esta charmosa praia possui uma área toda preservada, aonde é possível encontrar estrelas-do-mar e também com uma infraestrutura com alguns quiosques.

Tempo Livre

Nosso guia local irá indicar os melhores locais e nos deixar livres para curtir as ruas e lojas da cidade.

Pousada Villa Del Sol

A pousada possui 4.500m² com belos jardins e tem piscina, academia, sauna, bar e internet sem fio. Uma estrutura completa perto do centro de Paraty!

Tour dia 29/03 a 31/03

Um tour de dois dias pela encantadora Paraty!

Incluso: Transporte Executivo, Guia de Turismo, Seguro Viagem, Hospedagem em pousada com piscina, academia e sauna, 1 café da manhã no domingo, Passeio de Escuna de 5h, Caminhada com guia de turismo local no centro histórico, ​​​​​Fotografia durante o passeio.

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Salesópolis: Nascente do Rio Tietê

Escrito por:Carla Cocenza/ 43 0
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Famoso por marcar a geografia urbana da maior cidade do país, o Rio Tietê possui 1010 km de extensão e cruza praticamente todo o estado de São Paulo, de leste a oeste. Todo rio tem como destino chegar ao mar, mas o Tietê faz um longo caminho para isso. Sua nascente fica a apenas 22km do litoral, mas sua vegetação o “obriga” a subir a serra e desembocar no rio Paraná, para só então cumprir o seu destino.

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O Rio Tietê

Famoso por marcar a geografia urbana da maior cidade do país, o Rio Tietê possui 1010 km de extensão e cruza praticamente todo o estado de São Paulo, de leste a oeste. Todo rio tem como destino chegar ao mar, mas o Tietê faz um longo caminho para isso. Sua nascente fica a apenas 22km do litoral, mas sua vegetação o “obriga” a subir a serra e desembocar no rio Paraná, para só então cumprir o seu destino.

Foi um importante instrumento na colonização do Brasil por possuir solo rico e fértil, atraindo populações que se arrumaram em vilas e servindo de meio para a locomoção de índios e bandeirantes.

                Infelizmente, quando se fala dele, a primeira imagem que vem à nossa mente é de poluição, situação que vive em um trecho. Algumas pessoas ainda desconhecem que há diversos trechos despoluídos; na verdade, cerca de 120km estão poluídos, o restante está completamente limpo.

                A cidade de Salesópolis, que abriga a nascente deste importante rio, é uma tranquila cidade de São Paulo considerada Estância Turística por suas belezas naturais e importância histórica.

Imagem: Reprodução

Parque Nascentes do Rio Tietê.

O local teve sua flora original completamente destruída, mas apresenta agora uma floresta secundária e é uma área tombada, protegida.

O Parque abriga, além da nascente, um museu sobre o rio e amostras de água das diferentes cidades que percorre.

 Através de uma pequena trilha podemos observar um pequeno laguinho de onde a água sai por meio das pedras e do chão e vai descendo, encontrando pelo caminho outras nascentes e crescendo, até virar o enorme rio que conhecemos.

Conheça de perto!

Venha com a Arterra Turismo

Usina Parque

                Inaugurada em 1914, a usina hidrelétrica chegou a ser fechada por más condições e posteriormente reativada, hoje fazendo parte do sistema energético paulista.

                Possui também um museu aonde é possível conhecer os processos de como a energia é feita e como isso mudou a história da região. Através de uma escadaria de quase 300 degraus, chegamos a um incrível mirante que mostra toda a região ao lado da represa.

Barragem de Ponte Nova

                Dentro de seu território está localizado o Radar Meteorológico e podemos aproveitar para fazer caminhadas com uma vista panorâmica de tirar o fôlego, além de mais um pouco de conhecimento sobre o sistema de comunicação entre as barragens.

Tour dia 27/04

Um tour de um dia com muito conhecimento histórico e paisagens incríveis!

Incluso:

Transporte Executivo, 

Guia de Turismo,

Seguro Viagem,

Parque Nascentes do Rio Tietê,

Usina Parque,

Barragem de Ponte Nova.

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Descubra: Ruínas da Lagoinha e Rota das 5 Praias (Ubatuba-SP)

Escrito por:Carla Cocenza/ 345 0
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                Ubatuba, no litoral norte de São Paulo, é uma cidade que possui inúmeras belezas, encantamento e história.

                Possuímos diversos roteiros por ali, sempre acompanhados de guias locais que nos levam em segurança e nos proporcionam todas as informações e curiosidades que poderíamos desejar. Descubra aqui um pouco do nosso passeio chamado “Ruínas da Lagoinha e Rota das 5 Praias”.

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                Ubatuba, no litoral norte de São Paulo, é uma cidade que possui inúmeras belezas, encantamento e história.

                Possuímos diversos roteiros por ali, sempre acompanhados de guias locais que nos levam em segurança e nos proporcionam todas as informações e curiosidades que poderíamos desejar. Descubra aqui um pouco do nosso passeio chamado “Ruínas da Lagoinha e Rota das 5 Praias”.

Ruínas da Lagoinha

                Compostas pelo que restou do antigo engenho “Fazenda do Bom Retiro”, datada de 1828, e dos pilares da suposta primeira fábrica de vidros do Brasil, a integração das ruínas com a natureza cria um clima mágico, parecendo que estamos dentro de uma pintura. Ali podemos compreender a importância histórica do local para a cidade de Ubatuba e um pouco do que Ubatuba foi para o Brasil.

Foto: FundArt

Rota das 5 Praias

            A Praia da Lagoinha é o início (ou final) da famosa “Trilha das 7 Praias” (clique no link para saber mais).

            Como algumas partes da trilha exige um condicionamento físico melhor e o objetivo deste tour é a contemplação, relaxamento e contato histórico, escolhemos 5 das praias no trecho mais tranquilo.

Praia da Lagoinha

Com 3km de extensão, junto com as praias do Sapê e Maranduba, forma a maior faixa contínua de praia de Ubatuba, totalizando 7 km.

Muito frequentada por famílias que desejam um lugar menos agitado, possui águas cristalinas,  propícias para banho de mar e surf.

Praia do Oeste

            Considerada uma das praias desertas de Ubatuba, é ótima para banho, pois não possui ondas nem correnteza e é bem rasa. Especialmente pela manhã e início da tarde, é ideal para quem não gosta de muito Sol, pois possui várias áreas com sombras naturais.

Conheça de perto!

Venha com a Arterra Turismo

Praia do Peres (ou Perez)

De pequena extensão e muitas rochas, tem o mar bem tranquilo e é um ponto de partida de barcos de pesca de alguns moradores da região. Foi o refúgio do escultor Alberto Frioli, que influenciou os moradores dali, ensinando sobre a fundição do bronze e descobrindo alguns habilidosos artesãos.

Praia do Bonete (Bonetinho)

            Também considerada uma praia deserta, a praia do Bonete é acessível apenas por trilha ou embarcações. Seu entorno é de mata nativa totalmente preservada e o mar calmo, de águas transparentes.

Praia Grande do Bonete

            Mais agitada que as outras, possui uma comunidade local e alguns quiosques. Considerada uma praia de tombo, é possível fazer mergulho com snorkel e ver de perto a vida marinha. Ali podemos observar a Ilha do Mar Virado, um sítio arqueológico aonde foram descobertos vestígios de uma civilização de cerca de 2000 anos.

Foto: Curiosidades Ubatuba

Tour dia 23/03

Um tour de um dia com muito conteúdo histórico e praias encantadoras.

Incluso:

Transporte Executivo, 

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Ruínas da Lagoinha,

Praia da Lagoinha,

Praia do Oeste,

Praia do Perez,

Praia do Bonete,

Praia Grande do Bonete.

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Descendo a Serra do Mar à pé

Escrito por:Carla Cocenza/ 10 0
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É inesperado pensar na ideia de descer a Serra do Mar com seus 700m de altura a pé, e ainda descobrir profundamente a história do nosso país. Tudo começa na rodovia SP 148 depois de deixar a rodovia Anchieta, a atmosfera muda, poucos carros, muitos ciclistas aproveitando o pouco fluxo e no trajeto, vamos margeando o Riacho Grande até chegar ao portal do Parque Estadual da Serra do Mar Núcleo Caminhos do Mar, onde é bom fazer uma parada estratégica para banheiro e depois aquele aquecimento e alongamento para caminhar os 9km de descida. A princípio a distância pode assustar, mas em terreno asfaltado, na descida (todo santo ajuda) e fazendo diversas paradas para conhecer o importante patrimônio arquitetônico que esse caminho oferece, a caminhada parece razoável e não pesada.

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É inesperado pensar na ideia de descer a Serra do Mar com seus 700m de altura a pé, e ainda descobrir profundamente a história do nosso país. Tudo começa na rodovia SP 148 depois de deixar a rodovia Anchieta, a atmosfera muda, poucos carros, muitos ciclistas aproveitando o pouco fluxo e no trajeto, vamos margeando o Riacho Grande até chegar ao portal do Parque Estadual da Serra do Mar Núcleo Caminhos do Mar, onde é bom fazer uma parada estratégica para banheiro e depois aquele aquecimento e alongamento para caminhar os 9km de descida. A princípio a distância pode assustar, mas em terreno asfaltado, na descida (todo santo ajuda) e fazendo diversas paradas para conhecer o importante patrimônio arquitetônico que esse caminho oferece, a caminhada parece razoável e não pesada.

Foto: Guilherme Soares

A Estrada Velha de Santos ligava a nossa São Paulo a cidade de Santos, onde hoje é a cidade de Cubatão, sendo a continuação da longa Rua Vergueiro, que inicia no bairro da Liberdade e vai até o Sacomã, porém continuando em seu percurso, vai se transformando na rodovia Anchieta e logo na SP 148 descendo a serra em curvas sinuosas, caminho onde Roberto Carlos tirava onda passando com seu calhambeque na época em que o acesso para carros era permitido. Devido à estrada ser muito sinuosa e estreita, foi fechada para carros e hoje atende a quem quer conhecer a cada passo as belezas dos muitos mirantes que em dias claros é possível contemplar e perceber toda a cidade de Cubatão, boa parte de Santos e São Vicente.

Por dentro da Mata Atlântica, cada curva pode gerar uma surpresa, desde uma paisagem de cair o queixo, como o encontro com diversos animais da região como preguiças, quatis, esquilos, preguiças e outros, além das belas aves que fazem a trilha sonora da caminhada. Dentre os monumentos do caminho estão a Calçada do Lorena (1792), primeiro caminho pavimentado com rochas ligando o planalto ao litoral e pelo conjunto de oito monumentos históricos construídos em 1922, em comemoração ao centenário da Independência do Brasil.

Conheça de perto!

Venha com a Arterra Turismo

Na década de 1970, os monumentos foram tombados pelo CONDEPHAAT – Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo e graças a grande riqueza natural e histórica, a área foi declarada pela UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura como Reserva da Biosfera da Mata Atlântica. O núcleo Caminhos do Mar, aberto em 2004 abriga um pequeno museu de imagens e uma maquete para termos as dimensões da grandiosidade da serra e do trabalho que foi construir esse caminho que descortina paisagens incríveis.

No fim do percurso, com muitas histórias para contar em Cubatão, costumamos seguir mais adiante até encontrar o mar, dessa vez com a ajuda do ônibus que nos leva até um restaurante de frente para o mar em Santos, afinal, o percurso da Estrada tem o objetivo de nos levar até o mar.

Tour dia 22/06 (Sábado)

Um tour de um dia contemplando as belezas da Serra do Mar e finalizando com almoço (não incluso no valor) em São Vicente.

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Ingresso Parque Estadual da Serra do Mar,

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